NR-1 e gestão de riscos psicossociais para pequenas e médias empresas

O maior risco da sua empresa não aparece no balanço.

A Infinity existe para ajudar sua empresa a cuidar das pessoas com a mesma seriedade com que cuida dos números. Identificamos onde estão os riscos, traduzimos o que a NR-1 exige e acompanhamos a transformação do diagnóstico em ação.

Nem sempre o problema está nas pessoas. Muitas vezes, está na forma como o trabalho foi organizado.

Você não precisa chegar sabendo qual serviço contratar. Essa é uma das coisas que vamos descobrir juntos.

O que está acontecendo

Talvez seja isso que você esteja vendo.

  • Pessoas boas que parecem ter parado de se importar.
  • Conflitos pequenos que consomem uma energia desproporcional.
  • Lideranças sobrecarregadas, sem saber como conduzir o time.
  • Afastamentos, pedidos de demissão ou erros que começaram a se repetir.
  • Funcionários que não reclamam, mas também não contribuem.
  • Uma empresa que cresceu enquanto os processos e as relações ficaram para trás.
  • Um clima difícil de explicar, embora todos consigam senti-lo.

Esses sinais não provam, sozinhos, que existe um risco psicossocial. Mas mostram onde a empresa precisa começar a olhar.

A mudança de perspectiva

Parece um problema de pessoas.

Quando alguém adoece, se desliga ou deixa de contribuir, é tentador procurar a causa apenas naquela pessoa. Mas o risco também pode estar nas metas, nas prioridades que mudam o tempo todo, na falta de clareza, na sobrecarga, no modo como os conflitos são conduzidos ou naquilo que a liderança normalizou sem perceber.

A NR-1 exige que a empresa olhe para os fatores relacionados ao trabalho. A Infinity ajuda a transformar essa exigência em uma leitura compreensível e em decisões que cabem na realidade da organização.

Não investigamos a vida emocional dos funcionários. Investigamos como o trabalho está sendo vivido.

O que a NR-1 pede

Olhar para o trabalho, agir e acompanhar.

A empresa precisa identificar os fatores de riscos psicossociais relacionados ao trabalho, avaliar onde estão as maiores exposições, definir medidas de prevenção e acompanhar se essas medidas estão funcionando.

  1. Enxergar
  2. Priorizar
  3. Agir
  4. Acompanhar

Não se trata de diagnosticar a saúde mental de cada trabalhador. Trata-se de compreender o que, na organização e nas condições de trabalho, pode contribuir para o adoecimento.

A atuação da Infinity é integrada aos responsáveis pelo GRO e pelo PGR da empresa e não substitui profissionais legalmente responsáveis por SST quando exigidos.

Por onde começar

O que está acontecendo na sua empresa hoje?

Escolha a situação que mais se parece com a sua. É só uma pista para a conversa, não um diagnóstico.

Nossa forma de trabalhar

Quatro movimentos para ir do que ninguém consegue nomear ao que a empresa pode transformar.

1

Enxergar

Ouvimos a empresa, entendemos o contexto e reconhecemos os sinais que já estão aparecendo. Antes de propor qualquer solução, precisamos compreender a realidade em que o trabalho acontece.

2

Compreender

Mapeamos os fatores de risco e mostramos onde estão as maiores exposições, sem reduzir a leitura a uma média geral. Áreas, funções, situações críticas e sinais de alerta precisam ganhar contorno.

3

Transformar

Organizamos prioridades e construímos ações possíveis: ajustes de processo, preparação de lideranças, comunicação, capacitações e outras medidas indicadas pelo diagnóstico.

4

Sustentar

Acompanhamos indicadores, revisamos as ações e ajudamos a empresa a manter o tema vivo na gestão. Prevenção não é um evento; é uma capacidade que se constrói com o tempo.

O diagnóstico mostra onde olhar. A transformação depende do que a empresa consegue fazer com aquilo que descobriu.

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Como ajudamos

Por onde sua empresa pode começar.

Organizamos o trabalho pela situação que você vive, não pelo nome técnico do serviço.

Situação

Ainda não sabemos por onde começar

Para empresas que ouviram falar da NR-1, mas ainda não sabem o que se aplica à sua realidade.

Possível caminho: Conversa inicial, orientação, sensibilização e definição de escopo.

Situação

Precisamos descobrir onde estão os riscos

Para empresas que precisam mapear o cenário e transformar percepções em prioridades documentadas.

Possível caminho: Pesquisa, escuta, análise, relatório, matriz de riscos e recomendações.

Situação

Já sabemos o problema, mas precisamos agir

Para empresas que já identificaram riscos e precisam preparar lideranças, rever práticas ou colocar o plano de ação em movimento.

Possível caminho: Capacitação, apoio à liderança, intervenções temáticas e acompanhamento.

Situação

Não queremos que isso vire mais um projeto abandonado

Para empresas que precisam monitorar indicadores, rever medidas e sustentar a prevenção.

Possível caminho: Acompanhamento periódico, revisão do plano e apoio contínuo.

Ver os caminhos em detalhe
O que a empresa terá em mãos

Ao final, você não recebe apenas um relatório.

  • Uma leitura clara do cenário da empresa.
  • Identificação das áreas, grupos e fatores que exigem atenção.
  • Prioridades organizadas de forma compreensível.
  • Recomendações compatíveis com a realidade do negócio.
  • Apoio para transformar os achados em plano de ação.
  • Registros e evidências das ações realizadas.
  • Critérios para acompanhar se o cenário está evoluindo.
  • Orientação para articular SST, RH, jurídico e lideranças.

Mais do que descobrir se existe um problema, você saberá o que fazer depois da descoberta.

Quem conduz

Dois olhares para uma realidade que não cabe em uma única leitura.

Raquel e Susana reúnem experiências em gestão de pessoas, liderança, desenvolvimento humano, cultura organizacional e atuação no ambiente corporativo. São trajetórias distintas que se encontram numa mesma forma de compreender as empresas: considerando, ao mesmo tempo, suas responsabilidades, seus processos, suas relações e os desafios vividos por quem faz o trabalho acontecer.

Essa combinação amplia a leitura do negócio e permite transformar exigências técnicas, dados e percepções em decisões mais conscientes, ações possíveis e mudanças que façam sentido para cada organização.

Raquel Passos e Susana Paes, sócias da Infinity

Raquel Passos

Fundadora da Infinity

Raquel Passos é administradora e fundadora da Infinity. Construiu sua trajetória dentro das empresas, em gestão de pessoas, carreiras, liderança e coaching, e é implementadora da NR-1 e Saúde Mental Corporativa certificada pelo MEC. Conhece de perto o que é conduzir um negócio e as pessoas que o fazem acontecer, e dedica seu trabalho a ambientes mais saudáveis, equilibrados e sustentáveis. Na Infinity, transforma essa visão em caminhos que cabem na realidade de cada empresa.

Susana Paes

Sócia da Infinity

Susana Paes trabalha no ponto em que o humano encontra o organizacional. Vem do universo corporativo, onde atuou em Recursos Humanos e Desenvolvimento Organizacional, e une essa vivência à sua prática como psicoterapeuta e facilitadora de processos de transformação. Seu olhar está nas relações: no que acontece entre as pessoas, nas lideranças e nos grupos, e em como isso molda a experiência de quem trabalha. Na Infinity, traduz dados e exigências em mudanças compreensíveis e possíveis.

Cada uma chegou por um caminho diferente, e é na soma das duas trajetórias que a Infinity ganha profundidade: o que uma enxerga, a outra amplia.

Cuidamos das exigências técnicas sem perder de vista as pessoas que vivem o trabalho todos os dias.

Conheça a nossa história
Por que a Infinity

O que você encontra trabalhando com a gente.

  • Linguagem claraExplicamos o necessário sem transformar a empresa em especialista em norma.
  • Leitura sob medidaO ponto de partida é a realidade da organização, não um pacote pronto.
  • Integração técnico-humanaConectamos requisitos, dados, cultura, liderança e experiência cotidiana.
  • ProporcionalidadeAções possíveis para o porte, a estrutura e a maturidade da empresa.
  • ContinuidadeApoiamos a empresa depois da descoberta, quando começa a parte mais difícil.
Vamos conversar

Você não precisa saber o nome técnico do problema para começar a cuidar dele.

Conte um pouco do que está acontecendo. Na primeira conversa, ajudamos a organizar o cenário e definir qual pode ser o próximo passo.